terça-feira, 26 de julho de 2011

Que tal estar Informado ?

Com os pets na estrada
Você quer viajar com seu bicho de estimação? Conheça a documentação exigida, os hotéis brasileiros que já têm portas abertas para os animais e até as agências que organizam passeios específicos para eles.


Quem tem bichos de estimação com certeza já passou ou vai passar pela situação de querer (ou precisar) viajar e não saber o que fazer com eles. Para os que optam por levá-los como companhia, uma boa notícia: aos poucos, está aumentando a quantidade e a qualidade de serviços voltados para uma população de 34,3 milhões de cães e 18,3 milhões de gatos, segundo dados de 2010 da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet).

Hoje, os donos de pets podem encontrar companhias aéreas que ofereçam permissão para viajar na cabine (regalia reservada aos bichos com até 5kg). Dispõem ainda de hotéis que, cada vez mais, aceitam os bichos. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) calcula um crescimento entre 1% e 2% por ano, mas, como esses estabelecimentos ainda não estão presentes em todas as partes do Brasil, é sempre bom pesquisar antes de pegar a estrada. Finalmente, surgiram também agências especializadas na preparação dos documentos necessários e na criação de passeios específicos para os pets. Já pensou em fazer rafting com seu cão, por exemplo? Pois isso já é possível.

Mesmo com as novas facilidades, a decisão de viajar com um bicho ainda pode ser difícil se você não sabe o que levar na bagagem nem como preparar o animal para o tour. Para tirar dúvidas, diminuir o estresse e aumentar as chances de o passeio ser divertido, vire a página e descubra um guia que pode ser usado não só nas férias, mas também durante o ano inteiro.



Em dia com as exigências
Assim como os seres humanos, os animais precisam de vacinas e de documentos para fazer viagens nacionais e internacionais. Como a preparação pode levar meses, é bom se antecipar

Antes de partir rumo à diversão com o xodó da família, é importante organizar os documentos essenciais para viagens com animais e atualizar o cartão de vacinação. No site do Ministério da Agricultura, o turista pode tirar dúvidas sobre a papelada necessária para viagens nacionais e internacionais com os bichos de estimação, em www.agricultura.gov.br/animal/animais-de-companhia.

A preparação deve ser feita com o máximo de antecedência, para que, em primeiro lugar, ocorra a imunização proporcionada pela vacina contra a raiva no organismo do animal. Ela é a única obrigatória para qualquer viagem dentro ou fora do país. E, se o passeio for em terras estrangeiras, o dono deve também procurar o consulado ou a embaixada do destino da viagem o quanto antes para saber se há outras exigências específicas daquele país.

O cão ou o gato precisarão do Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). Ele é expedido de graça nos 106 postos do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) — presentes nos aeroportos — ou nas Superintendências Federais de Agricultura de cada estado. Os endereços podem ser consultados no site do ministério.

Para emitir o CZI, o dono do animal vai precisar de um atestado de saúde assinado por um veterinário (veja quadro com os dados necessários), da carteira de vacinação em dia e de outros documentos que possam ser exigidos pela representação diplomática do país a ser visitado. A validade do certificado varia entre cinco e 10 dias.

O ministério dispõe de 18 modelos de CZIs dos seguintes países: África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Hong Kong, Índia, Japão, México, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Paraguai, Suíça, Taiwan, Uruguai e Venezuela, além de todos os países da União Europeia.

Se o destino da viagem não for nenhum desses, o turista deverá pedir ao serviço veterinário do país de destino um documento oficial com as exigências sanitárias. E, em seguida, apresentá-lo aos postos do serviço da Vigiagro para que seja produzido um CZI específico.

Atenção
A primeira dose da vacina antirrábica precisa de 30 dias para fazer efeito. Portanto, se o seu animal for tomar pela primeira vez para viajar, prepare-se com um mês de antecedência.

Anote
A Superintendência do Distrito Federal fica no Setor Bancário Norte, quadra 1, bloco D, Ed. Palácio do Desenvolvimento, 5º andar. Telefone: 3329-7101 e 3329-7100. E-mail: gab-df@agricultura.gov.br.


TRATAMENTO DISTINTO Coelhos, chinchilas, hamsters, iguanas, peixes ornamentais e alguns tipos de aves (periquito, calopsita, canário belga, pombo etc.) também são considerados animais domésticos, mas recebem tratamento diferente do oferecido a cães e gatos na hora de viajar. A analista do Núcleo de Epidemiologia e Trânsito da Secretaria de Agricultura do DF, Mariana Cesar, explica a documentação exigida para eles: “Esses bichinhos precisam da Guia de Trânsito Animal (GTA). Ela é emitida nas unidades da Secretaria de Agricultura com a apresentação do atestado de saúde assinado por um veterinário.” Para obter a GTA, procure a instituição em um dos seguintes endereços: SAIN Parque Rural, ao lado da Secretaria de Saúde e da Emater (3340-3862); SNO Quadra 1, Setor Norte do Gama, Lote 14/24 (3484-3484); Quadra 24, casa 3, Setor Tradicional, Brazlândia (3479-1870); Quadra 8, Área Especial nº 3, Sobradinho (3487-1438); Setor Comercial Central, Quadra 2, Bloco B, Planaltina (3389-3738).


Conforto para bichos e donos
No Brasil, o número de hotéis que aceitam animais de estimação vem crescendo entre 1% e 2% por ano, segundo a associação responsável pelo setor. Esses locais nem sempre são fáceis de encontrar


Arquivo Pessoal

Christyan viveu nos EUA e ia para todo canto com Chiquita: no Brasil, ele precisou cancelar uma viagem por não encontrar hotel que aceitasse o cão

Quem planeja viajar pelo Brasil com um bicho e não conta com parentes ou amigos na cidade de destino costuma ter trabalho em dobro para conseguir um lugar para ficar. Não basta que a hospedagem seja confortável e de bom preço: também precisa aceitar a presença dos pets. E, aos poucos, os hotéis com esse perfil se tornam mais comuns no país. O número cresce entre 1% e 2% por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) — que, no entanto, ainda não calculou uma média nacional.

Os hotéis, as pousadas e os spas que estão de olho nessa clientela de luxo oferecem serviços especiais para os bichinhos. Espalhados pelas regiões Sul e Sudeste, costumam dispor de babá, kits (ração, comedouro, bebedouro e brinquedos), caminhas com travesseiro, canis com piscina e monitoramento por câmera, atendimento veterinário, além de banho e tosa. Mordomias que a branquinha (e sem raça definida) Nikole, gata-propaganda de laboratórios e de produtos específicos para felinos, conhece bem.

Estrutura Com vida agitada e cheia de mordomias, Nikole viaja com três malas cor de rosa, vai na poltrona do avião — acompanhada da dona, claro — e fica hospedada em hotéis com direito a uma cama só para ela. “Somos muito bem acolhidas nos hotéis. Fico na cama de casal e, ela, na de solteiro”, conta a dona, Cecy Passos, 41 anos, consultora em produtos para gatos. Ela não deixa faltar nada para Nikole. “Levo nas malas produtos de estética e alimentação. Tem pente, roupas, vitamina para o pelo, protetor de unha...”, enumera. “Quando um hotel não recebe, para mim é uma ofensa. O lugar precisa ter estrutura para pets. É questão de mudança de conceito”, defende.

A presença ainda tímida dessa estrutura foi um dos aspectos que Christyan Silva, 31 anos, mais estranhou quando saiu dos Estados Unidos e voltou ao Brasil. Dono da labrador Chiquita, ele marcou um passeio a Natal (RN) para maio deste ano. Precisou cancelar o pacote da agência de viagens porque não encontrou, por lá, nenhum hotel que aceitasse cachorros. “Não tinha onde deixá-la. Resolvi ir para a casa da minha família, em Caldas Novas (GO)”, lamentou. “Nos Estados Unidos, o cachorro é muito respeitado. Poderia viajar para onde fosse e encontraria algum hotel que aceitasse o animal. Aqui, o tratamento ainda é diferente.”
Lionel Falcon/Divulgação

Cecy e a gata-propaganda Nikole: cama de solteiro só para a felina




"O cachorro nos diferencia dos outros turistas"



Carolina Pinheiro/Divulgação

Frida já visitou castelos, igrejas e até caves com os donos

“Quando eu e meu marido decidimos ter um cãozinho, sabíamos que ele teria que se adaptar a uma vida de viagens. Isso contou na escolha da raça — um minischnauzer — e na educação do cachorro. Quando Frida era filhote, nos preocupamos em mostrar a ela diferentes ambientes e situações. Assim, desde pequena se acostumou a viajar e se tornou uma grande companheira. Basta começar a fazer as malas para uma viagem qualquer que Frida fica empolgadíssima e é sempre a primeira a entrar no carro.

Na França, onde os cachorros são muito bem aceitos, estivemos com ela em castelos, caves de champanhe, igrejas medievais, hotéis-boutique e mesmo no Carrousel du Louvre, a parte do museu onde há lojas e cafés. Alguns ambientes costumam pedir que ela seja carregada, mas, em geral, não fazem objeção. Às vezes, um de nós se dispõe a ficar do lado de fora com a Frida, mas somos incentivados pelos próprios responsáveis a entrar com ela.

Os hotéis franceses costumam aceitar cachorros com facilidade, sobretudo os de pequeno porte, cobrando apenas um adicional. Para evitar problemas, também fazemos a nossa parte, mantendo sempre a vacinação e a vermifugação da Frida em dia e providenciando um bom banho antes das viagens. Também levamos comida suficiente, uma garrafinha com água para o dia e muitos brinquedos e ossinhos para entretê-la quando ela estiver só.

Evitamos o transporte aéreo sempre que possível, porque não podemos levá-la conosco durante o voo. Nos trens, dá para levar animais, mas a diferença de preço é alta. Por isso, costumamos preferir o carro. Frida sempre se comportou bem e, para nós, é uma maneira de nos diferenciarmos de outros turistas. Sentimos que somos mais bem tratados com ela do que sem. Ela também tem uma documentação específica da União Europeia e, assim, nunca tivemos problema para viajar com um cachorro não só pela França, mas também pelos países vizinhos.”

Carolina Pinheiro, 32 anos, é estudante e dona da minischnauzer Frida, 7. Vive na França desde 2008. A cadela já viajou pelos seguintes países: Brasil, Chile, França, Bélgica, Holanda, Luxemburgo e Mônaco.




Sem limites para explorar
Agências especializadas em bichos montam passeios e ainda ajudam o dono com a parte burocrática da viagem


Turismo 4 Patas/Divulgação

Os cães também podem fazer rafting: acompanhamento de dois adestradores

Entre as novidades que surgem constantemente no mercado de produtos e serviços para pets, estão as agências que fazem consultoria para viagens e organizam passeios específicos para bichos e seus donos. Duas delas estão em São Paulo: as agências Turismo 4 Patas e Doc-Dog. “Cuidamos da documentação, do atendimento veterinário, oferecemos informações sobre cuidados antes, durante e depois da viagem, fazemos reserva na companhia aérea, embarque desacompanhado, liberação alfandegária...”, enumera Luis Fernando Oliveira, proprietário da Doc-Dog.

A empresa funciona na capital paulista, mas atende em qualquer parte do país. “Temos convênios com clínicas veterinárias em todas as capitais. Elas fazem os exames com o animal e mandam para São Paulo. Daqui, nós organizamos a papelada.”

Por sua vez, a Turismo 4 Patas, também da capital paulista, oferece pacotes de passeios em São Paulo e Minas Gerais para grupos de até 25 cães acompanhados dos donos. As atividades duram de um a dois dias e incluem roteiros na praia, urbanos, de ecoturismo e esportes de aventura, com supervisão de dois adestradores.

“Seleciono alguns destinos e visito o local com a minha cadela. Adapto as atividades com a equipe da agência e aprovamos o roteiro”, afirma a proprietária Larissa Rios. “Já fizemos trilhas, rafting, passeio de barco na praia, city tour em São Paulo”, explica. Para ela, o crescimento do mercado deve-se à busca dos donos por compartilhar experiências com os cães. “Para muitos de nossos clientes, o critério de escolha da viagem é que o animal vá junto. Há quatro anos, fazíamos um passeio a cada dois meses. Agora, são dois por mês, todos lotados”, comenta.

                                                                      CITAÇÃO

Quando você abandona um cão porque não lhe serve mais, seus filhos aprendem a lição. Talvez façam o mesmo quando você ficar velho. Pense nisso”


sábado, 2 de julho de 2011

Tuda



Fabio apareceu na praça  com a Tuda e logo concordou em posar para o blog
.
Tuda é uma graciosa cadela SRD. Tem seis meses e onze quilos e pelagem amarela. É muito ativa, gosta de brincar e é muito carinhosa.


                                           CITAÇÃO
Será nosso amigo para sempre,... sempre,... sempre”(Rudyard  Kipling)


domingo, 19 de junho de 2011

Anjos de quatro patas (reprise)

Alo amigos
Vocês ainda lembram daquela postagem que fiz há algum tempo ? ,O texto reportava-se aos Anjos de Quatro Patas. Pois bem, recebi por e-mail a mesma mensagem , só que desta vez com lindas imagens em um PPS.Foi dificil,apanhei muito mas consegui converte-lo de pps em um formato aceito para ser postado em uma postagem digna e gratificante para o nosso blog. 


CITAÇÃO
Só de pensar que meu cão me quer mais do que eu a ele, sinto vergonha.” (Conrad Lorenz)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Bochecha


Surpreendemos o Álvaro dando o seu passeio dominical na praça e não se recusou a participar do nosso blog com o seu amigo de quatro patas.


Bochecha é o seu nome.  Lhasa Apso sua raça.Tem dois anos e quatro meses e pesa uns três quilos e meio. É um cachorro calmo, carinhoso e muito ativo.Gosta de brincar de bola e é de propriedade do Bernardo, filho do Álvaro.


                                                                            Citação

"Será nosso amigo para sempre,... sempre,... sempre”(Rudyard  Kipling)

Pingo


João e Franciele deram um paradinha no seu passeio dominical e aproveitaram o dia de sol  e a temperatura agradável para exercitar o seu cachorro. O Pingo.




Este é o Pingo. Ele é da raça Australian Cattle Dog, tem sete meses,quatorze quilos,é muito agitado, companheiro e inteligente.Gosta de brincar com bola, senta, deita, rola, da a pata, tudo em troca de um petisco.


                                            CITAÇÃO

“Se um cão não vem até você depois de olhar-lhe na cara
é melhor ir para casa e examinar sua consciência”(Woodrow Wilson)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Australian cattle dog

Domingo encontrei na praça o João e a Franciele que brincavam com o Pingo.um cão da raça Australian cattle dog e me interessei pois ele é o segundo dessa raça que aparece por aqui e já o inclui no blog.

Australian cattle dog
Foi desenvolvido por colonizadores no século XIX para agrupar o gado em grandes ranchos australianos. Os colonizadores trouxeram alguns cães da Europa tais como Smithfield e o Collie, mas estes não agüentaram as duras condições de trabalho e o clima do novo continente. Assim, os rancheiros começaram a experimentar novas cruzas. O Blue Heeler derivou-se primeiramente de uma mistura de importações salpicadas lisas, azuis de Collie Escocês e de Dingos Australianos selvagens. Está entre as 3 raças mais inteligentes do mundo e desempenha com excelência o papel de companheiro e de guarda, tendo seu dono como seu melhor amigo.


                                                                citação
             " Quando seu cão o olhar fixamente pedindo alguma coisa,

        procure olhar dentro daqueles olhos para perceber quem está ali."


        



 


sábado, 28 de maio de 2011

Poodles




Eles fazem parte da nossa galeria de personagens caninas que transitam pelo nosso blog. Hoje, um pouco separados de seus donos, nos brindarão com um pouco de cultura sobre a raça e origem.

Poodle ou Canicheé é uma raça de cães de companhia e estimação. É considerada a segunda raça mais inteligente, vindo logo após o border collie e antes do pastor alemão. Em espanhol é chamado de perro de Lana (literalmente “cão de lã”).

Os poodles são retrivers, ou seja, cães que capturam a presa e a levam até o caçador. Acredita-se que o poodle tenha sua origem na Alemanha, onde é conhecido como pudel. A palavra inglesa “poodle” vem do baixo alemão pudel ou piddln, com o significado de chapinhar a água. A raça foi padronizada na França, onde é freqüentemente utilizada como retriver de água.

Acredita-se que o corte tradicional de pêlos em forma de bracelete nas pernas era usado antigamente nas caçadas na neve, onde a maioria do pêlo era tosado baixo para facilitar a natação do cão, mas as juntas, pulmões, coração e rins eram mantidas com o pêlo alto para protegê-los do frio. O pompom no fim do rabo servia como uma “bandeira” para ser avistado pelos donos enquanto o poodle mergulhava fundo na água.

As raças relacionadas são o Cão de água Português e o Cão D’ Água Irlandês

Temperamento. São inteligentes, brincalhões, bons nadadores e caçadores, têm temperamento dócil com seus donos e para com as pessoas com quem estão familiarizados, além de procurarem a companhia de pessoa a quem estejam mais afeiçoados. Por serem tão inteligentes podem se entediar facilmente, e são bastante criativos em achar travessuras.

São cães extremamente orientados às pessoas e, conseqüentemente, zelosos a elas. São excelentes cães de guarda, e diferentemente de algumas raças de trabalho, normalmente não ficam a uma pessoa só da família. Os Poodles de tamanho gigante e médio tendem a ser dóceis com crianças. Não requerem muito exercício como outros cães de caça, mas são ágeis, mesmo assim apreciam grandes quantidades de exercício. São cães que demonstram grande afetividade em relação aos donos.

Saude. Como qualquer cão de raça pura, alguns pontos em relação à sua saúde devem ser observados pelos donos e criadores, Apesar de serem normalmente saudáveis ,cães mais velhos (não é raro ver um poodle toy com mais de 16 anos) podem estar predispostos a certos problemas de saúde. Sempre consulte um veterinário antes de tratar doenças por conta própria. Problemas de saúde freqüentes em poodles toy:catarata, entropia, epilepsia , degeneração do disco intervertebral, atresia dos dutos lacrimais, síndrome de Legg-Calve-Perthes, luxação na rótula, atrofia progressiva da retina, trichiasis, e urolithiasis. Já os de tamanho médio ou gigantes podem apresentar:Doença de Addison, catarata, displasia da bacia, distichiálise, entropia, eplepisia, torção gástrica, persistência do duto arterioso, adenosite sebácea e doença de Von Willebrand. A alergia é comum a todos os tamanhos da raça, podem ser facilmente resolvidas com um simples exame de sangue.

O coração aumentado é comum, mas na traz nenhuma conseqüência ou limitação a vidado animal.

Todos os poodles têm predisposição a desenvolver tumores na mama. Se o dono não planeja cruzar sua fêmea deve considerar castrar o poodle antes do primeiro cio. Isto reduz drasticamente as chances do aparecimento destes tumores...

Características físicas

Tosa característica dos poodles.

Possui cores variáveis, focinho retangular, orelhas pendentes e pelagem crespa e macia. Seus olhos têm coloração marrom, âmbar escuro ou preta, dependendo da pelagem, o tamanho da raça, de acordo com o FCI, pode ser:
Gigante (ou grande), variando de 45a 65 cm de altura na cernelha
Tamanho médio, que varia de 35 a 45 cm na cernelha
Tamanho miniatura (mini ou anão) entre 28 a 35 cm de altura na cernelha,
Toy, cujo cão mede no máximo 28 cm de altura na cernelha
Micro Toy, são menores que 25 cm na altura da cernelha.
O peso

Seu peso pode variar de 22 kg o grande, 12 kg o médio, 7 kg o anão e menos de 07 kg o miniatura. Sua pelagem pode ser branca, preta marrom, cinza e abricot. Seu pêlo deve ser espesso, uniforme e de textura fina. De comprimento igualado devê ter 20cm aproximadamente.

Pêlo

As cores dos poodles variam entre, preto, branco, marrom, (ou chocolate), cinza e abricot.Cães com cores parciais (mescladas) existem mas não são aceitos em exibições oficiais.

O pêlo do corpo dos animais é naturalmente encaracolado o pêlo das orelhas pode ser reto ou um pouco encaracolados. Com escovação o pêlo do cão continua ondulado ou em caracolado, porém fica mais macio.

Existem vários modelos de toza para os poodles. Para apresentações em competições, existem apenas três tipos aceitos: o corte de filhote (para cães com até um ano de idade).O “ corte Continental”ou “corte de Leão”( com sua reconhecível juba) e a “toza inglesa de sela”( com braceletes nas pernas ). Sem toza regular, o cão fica com o pêlo “Trançado”( semelhante à dreadlocks), assim como são os cães da raça Puli.

Poodle de pêlo trançado

Poodle de pêlo trançado é o poodle cujo pêlo foi deixado crescer livremente, sem que fosse feita toza, ficando com a aparência de tranças ou cordões ( em inglês chama-se Corded Poodle, literalmente poodle “atado com corda”).

Alguns poodles têm pêlos que naturalmente se amarram, outros requerem que alguém trance seus pêlos, mas virtualmente todos os poodles são capazes de ter o pêlo trançado desde que seu pêlo adulto já tenha se estabelecido. Uma vez feitas , as tranças não podem ser desfeitas, sendo necessário a toza total para que o pêlo cresça normal,

Os historiadores acreditam que os primeiros cães desta raça eram trançados, porem, pela dificuldade inerente á manutenção deste tipo de pelagem, começaram a ser preferidos os de pêlo lanoso.

É sempre importante fazer a toza do pêlo dos animais de pêlo longo, independente da raça, pois fortifica o pêlo e diminui a queda, além de deixar o pêlo em boas condições.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
































 









terça-feira, 24 de maio de 2011

A ponte do Arco-irís

                                     
                                                   A ponte do Arco- Iris

                            



 O pequeno filhote e o cão mais velho estavam deitados à sombra,
Sobre a grama verde, observando os reencontros.
Ás vezes um homem, às vezes uma mulher, às vezes uma família inteira
Aproximava-se da ponte do arco-íris, era recebida por seus animais de estimação com muita festa e eles cruzavam juntos a ponte

O filhotinho cutucou o cão mais velho“Olha lá!

“Tem alguma coisa maravilhosa acontecendo”
O cão mais velho se levantou e latiu “Rápido!”

“Vamos até a entrada da ponte"
“Mas aquele não é meu dono”, choramingou o filhotinho, mas ele obedeceu


Milhares de animais de estimação correram em direção aquela pessoa vestida de branco, que caminhava em direção á ponte.
Conforme aquela pessoa iluminada passava por cada animal, o animal fazia uma reverencia com a cabeça em sinal de amor e respeito
A pessoa finalmente aproximou-se da ponte, onde foi recebida por uma multidão de animais que lhe faziam muita festa
Juntos eles atravessaram a ponte e desapareceram.
O filhotinho ainda estava atônito.”Aquilo era um anjo?”, perguntou baixinho
 Não filho, respondeu o cão mais velho.“Aquilo não era só um anjo.

Era uma pessoa que trabalhava em um abrigo de animais
                                                                                  (Autor desconhecido)
   

Citação
                                               
No coração de cada animal abandonado
mora o desejo único de ser amado. (e adotado)

                    

 









                                                                   


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Scuba e Panda


Sionara  tem dois amores.São essas gracinhas que ela abraça com afeto O branquinho é o Scuba e o
branco e preto é o Panda.


Scuba  é um Maltez de três anos e meio e três quilos. Sua pelagem é branca como todo maltez.
Gosta de correr, brincar e é ciumento.
Panda é uma shiatzu, um ano e três meses, cinco quilos, muito brincalhona ,corre , late para chamar para brincar e é mais agitada.


CITAÇÃO
"Um cão é a única coisa na terra que te amará mais do que tu te amas a ti mesmo” (Josh Billings )


terça-feira, 10 de maio de 2011

Cookie


Rafael e Andreia são os donos da Cookie. Andreia não pode comparecer porque ficou cuidando do Gabriel. o mais novo integrante da família, que com oito meses ainda requer todos os cuidados maternos




Cookie é esta linda cachorrinha da raça Beagle , seis anos, quinze quilos, pelagem tricolor característica da raça.Gosta de comer, brincar, passear e não gosta de colo.
Com a chegado do neném ela perdeu o trono mas reagiu bem com um ciuminho moderado.


                                                     CITAÇÃO
            “Se um cão não vem até você depois de olhar-lhe na cara, e melhor ir para casa e examinar sua consciência”(Woodrow Wilson
                              


















quarta-feira, 27 de abril de 2011

A galera YorkShire


Origem da raça
A raça é de origem britânica (particularmente da Escócia).Porém o seu desenvolvimento começou muito  antes da data do primeiro registro oficial. Há relatos variados sobre suas origens e seu desenvolvimento.
Por volta do século XI, os servos e os trabalhadores para manterem seus cachorros em quase toda a Inglaterra, deveriam seguir uma lei real, controlada pelos guardiões das florestas, obrigando todos os cachorros  a atravessarem um aro metálico de sete polegadas de diâmetro, para serem classificados como sendo pequenos o suficiente, pois esta classe servil trabalhadora não tinha direito à caça para sua subsistência


 No principio, os cachorros eram usados para caçar ratos e camundongos, embora eles realmente não tivessem a melhor adequação para este trabalho, os gatos eram muito mais eficientes nesta função.Não obstante, os cachorros eram úteis completando a dieta do dono pobre, pois caçavam um coelho ou outro pequeno animal ocasionalmente, apesar da proibição.

Antes de 1750, a maioria dos britânicos trabalhava na agricultura, mas com a revolução industrial houve grandes mudanças na vida familiar e muitos operários deixaram a Escócia para transferir-se para Condado de Yorkshire, levando junto consigo os seus cães.
A primeira aparição nas exposições foi em 1886. A primeira inscrição no livro de registros de um Kennel Club foi feita em 1886.Assim, sua história atual tem mais de cem anos.Em 1898, o Kennel Club da Inglaterra reconheceu-o com o nome de Yorkshire Terrier
 
 Comportamento
A pesar de pequeno tamanho, o yorkshire mostra-se muito ativo e independente.Baseando-se nisso, pode-se dizer que a melhor  posição do York seja perto do dono, mas não gostam muito de colo. Passear ou viajar com a família deixa o York feliz, pois não se contenta em ser somente companhia, querendo partilhar de todos os momentos.
O yorkshire possui um caráter dócil e sociável, que permite leva-lo a locais sem inconveniente. Seu temperamento carinhoso   o torna um grande companheiro, divertido e devotado, para aqueles que o cercam, particularmente seu dono. O York tem por hábito andar atrás do dono, onde quer que ele vá.

Pelagem
A maior dificuldade em criar o yorkshire para competições, segundo seus criadores , é obter a coloração correta da pelagem, pois as maiores pontuações dessa raça, refere-se à coloração. Por definição, o yorkshire deve ter duas cores: o azul-aço escuro e o fulvo, atentando para o fato de que as cores não devem se mesclar.
O azul-aço não deve ser escuro demais a ponto de ficar preto, e nem claro, parecendo prateado. Já os pêlos fulvos, são levemente mais claros nas pontas que nas raízes e devem produzir um colorido dourado
(Texto pesquisado na Internet)

 

CITAÇÃO

Tudo o que é necessário para o triunfo do mal , é que os homens de bem nada façam”(Edmund Burke)






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domingo, 24 de abril de 2011

Nina da Adriane


Nina , é a paixão  de Adriane.



Nina é uma Yorkshire de três anos e meio.muito ativa e carinhosa. Sabe pedir o que quer e expressa suas vontades pulando nas patas trazeiras.
É apaixonada pela vó Elci, que retribui com todo o dengo do mundo. Também adora o tio Marco


Também é muito paparicada pelas dua Marias, a Vitória e a Eduarda



CITAÇÃO


“Um cão é a única coisa na terra que te amará mais do que tu te amas a ti mesmo”(Josh Billings)